segunda-feira, junho 16, 2008

A Norte III: A partilha da fotografia II (ALDOAR)

Queridos amigos,
aqui estão alguns momentos vividos no dia 30 de Maio, no Auditório de Aldoar,
um espaço extremamente caloroso, que se encheu mais uma vez para este
TRIBUTO A JOSÉ FONTES ROCHA...
Muito obrigada a todos pela vossa presença e pelo vosso carinho!



















Fotografias de Célia Leiria.

quinta-feira, junho 12, 2008

«Especial Santo António», esta noite, na RTP!!



ESPECIAL SANTO ANTÓNIO
«2008»

No Santo António… saímos à rua entre marchas e arraiais…numa grande operação de televisão…

A RTP acompanha os casais que vão "dar o nó", num evento que comemora 50 anos de existência, em directo do Pátio Alfacinha, em Lisboa, com Jorge Gabriel, Sónia Araújo, Tânia Ribas de Oliveira e José Carlos Malato.Nos casamentos cívis, que se realizam no Museu da Cidade, está Serenella Andrade e nos casamentos religiosos, que se realizam na Sé de Lisboa, está João Baia e Isabel Angelino.
Queridos amigos,
tal como no ano passado,
recebemos o convite para participar no Especial da RTP(transmitido em directo do Páteo Alfacinha) dedicado à Festa Maior das Festas de Lisboa, na véspera de Santo Antonio com o tradicional desfile das Marchas na Avenida da Liberdade!
A nossa participação está prevista no final desta grande noite! (2ª Parte: 21h55 à 01h)
Até logo!
«Enquanto houver Santo António,
Lisboa não morre mais!»

segunda-feira, junho 09, 2008

A Norte III: A partilha da fotografia I (ISEP)

A Homenagem ao nosso «Fontinhos» pela Câmara Municipal do Porto, pela voz do Dr. Nuno Vidal, nesta iniciativa «Porto, Bairro a Bairro».

Na «primeira parte» deste Tributo a Fontes Rocha apresentámos o disco «À Flor da Pele», alguns clássicos, assim como algumas incursões por fados de discos anteriores...





A entrada triunfal em palco: «Traz um amigo também» de José Afonso, o magnífico instrumental de José Fontes Rocha, na companhia de Pedro Amendoeira, Pedro Pinhal e Ricardo Cruz.


Pedro Amendoeira


Pedro Pinhal

O nosso Mestre: José Fontes Rocha

Na «segunda parte», já com o Fontes ao nosso lado, apresentámos dois dos fados preferidos do Fontes: a Fria Claridade e o Espelho Quebrado, e de seguida, os de sua autoria, (que tive o privilégio de receber como duas relíquias) o Plantei um Cravo à Janela I (Fado Joana) e o Amor mais Perfeito!













No final uma alegria imensa! (que prometia aumentar no dia seguinte em Aldoar...)




Ricardo Cruz






Querido Fontes, muito obrigada por partilhar connosco a sua genialidade criativa, a sua experiência de vida e a sua simplicidade...

e acima de tudo a sua Amizade!

Joana.

Fotografias de Célia Leiria.

quinta-feira, junho 05, 2008

VI Festival de Fado de Lagos


No próximo Sábado, 7 de Junho,
rumamos a Sul,
ao Auditório do Centro Cultural de Lagos,
no último dos concertos da Tour Nacional «À Flor da Pele» que teve início, em Fevereiro, no Luísa Todi, em Setúbal!
A partir das 21:3o, eu, na companhia do Pedro Amendoeira, do Pedro Pinhal e do Paulo Paz,
iremos dar-nos de corpo e alma a esta expressão musical que nos apaixona mais cada dia que passa,
e que felizmente tem vindo a ter um crescente interesse em Portugal e no estrangeiro,
sendo alvo da criação de diversos festivais específicos, como é o caso desta organização da Câmara Municipal de Lagos,
o VI Festival de Fado de Lagos (2 a 10 de Junho)!
Contamos convosco!
Até Sábado!
Preço do Bilhetes:
Dia 7 - € 10
Bilhetes à Venda no Centro Cultural de Lagos.
Aplicam-se os descontos habituais (50% de desconto para portadores de cartão jovem, reformados e “Via Verde”).

quarta-feira, junho 04, 2008

Entrevista à Revista «Bons Vícius»(Edição Maio/Junho)


Viciado de Culto
Joana Amendoeira: “Quando estou a cantar fecho os olhos e esqueço-me de mim”
Escrito por Andreia Barros Ferreira

Aos 25 anos, mas já cinco álbuns gravados, Joana Amendoeira há muito que deixou de ser uma promessa para ser antes uma certeza no fado. De olhos grandes e voz doce, a fadista fala em “paixão” pelo fado e pela poesia, da sua mudança para Lisboa para viver o ambiente das casas de fado e revela que o próximo disco de originais terá letras suas – antes há ainda tempo para o lançamento de um disco ao vivo, que será gravado na Festa do Fado, em Junho, e editado no final de Setembro. E fecha os olhos porque é assim que se transcende sempre que canta o fado. “É uma necessidade quase como respirar, como viver”, afirma.

A Joana tem 25 anos, é considerada uma fadista da nova geração, mas canta fado de forma tradicional. Não há aqui uma contradição?
Não, porque há muitos jovens que gostam de preservar a tradição. Há também novo público, novos músicos. Felizmente que há pessoas, a nova geração de fadistas, que não querem inovar só por inovar, mas também se preocupam em preservar a tradição. Acho que é muito importante este lado de pesquisar músicas muito antigas e dar-lhes uma nova vida, novos poemas. Gosto muito desta forma de encarar o fado, apesar de também cantar novas composições, até porque também é muito importante trazer um novo repertório para o fado.
Tinha 12 anos quando ganhou a Noite do Fado, no Porto. Aos 15 anos gravou o seu primeiro disco, Olhos Garotos. O fado não era uma forma muito pesada de expressão musical para aquela idade?
Os fados que gravei naquele disco estavam de acordo com a minha idade. Claro que se fosse cantar o Povo que lavas no rio, ou outro do género, realmente seria muito pesado e não faria sentido. Mas felizmente tive pessoas que me acompanharam desde o início quando comecei a cantar – tinha 11 anos – e que me foram dando dicas.
Ajudou-a também a crescer de forma diferente e a ser hoje uma mulher diferente?
Sempre fui um pouco mais madura do que a idade que tinha e que tenho. Ainda hoje em dia sinto-me um pouco mais madura.
Desfasada?
Não desfasada porque penso que tive uma infância normal. Fiz tudo o que os meus amigos também faziam: sair à noite, ir ao cinema, a discotecas ou a bares. Apenas tinha uma necessidade de cantar, de estar num ambiente tão intimista e tão mágico como é o do fado. E também me fez tomar atenção à poesia, às palavras, à mensagem do fado. E por isso estou-lhe também muito grata, porque sinto que ele contribuiu muito para este meu crescimento.
Ouvia-se fado lá em casa?
O fado despertou em mim aos seis anos, foi uma surpresa para todos.
Os seus pais estavam ligados à área?
Não, ouviam muito fado em casa e gostavam muito do Carlos do Carmo, da Amália, do Nuno da Câmara Pereira (que teve também um grande sucesso nos anos 1980), e eu ouvia. Penso que despertou aí. Quando comecei a cantar, os meus pais notaram que eu tinha um requebro diferente na voz. Incentivaram-me, ajudaram-me e apoiaram-me sempre muito. E o meu irmão Pedro, que toca guitarra portuguesa, inscreveu-me na Grande Noite do Fado de Lisboa.
Como foi participar naquela Grande Noite do Fado, estava nervosa?
Tinha 11 anos, nunca tinha cantado com microfone, e perante um coliseu é sempre uma emoção muito grande. Poder ver os outros fadistas, grandes referências - porque nessas noites, para além dos concorrentes, vão muitos convidados - foi muito estimulante para uma criança de 11 anos. Depois no Porto tive então esse primeiro prémio.
A Joana de hoje que gravou À flor da Pele é muito diferente da Joana de Olhos Garotos?
A voz teve o seu crescimento natural, mas toda a minha visão do fado é muito mais profunda. O fado é vida, crescimento e amadurecimento. Daqui a 10 anos com certeza que serei outra pessoa e outra fadista, tendo sempre em conta o meu passado, mas esperando amadurecer cada vez mais.
Os críticos dizem que a Joana é uma das poucas fadistas que diz bem as palavras. Esforça-se no sentido de transmitir exactamente o que a letra diz?
Isso é fundamental, é conseguirmos passar a mensagem, tocar no coração das pessoas para que elas entendam bem as palavras e sua intenção. É conseguir arrepiar, arrepiarmo-nos a nós próprios quando estamos a cantar e esquecermo-nos de nós. Quando estou a cantar fecho os olhos exactamente por isso, porque me esqueço de mim e vou para outra dimensão. E aí acontece magia!
Arrepia-se quando canta?
Há momentos em que me arrepio por todo o envolvimento, não só por cantar. São os músicos, o público. Toda essa ligação é muito importante e é a verdadeira magia do fado. Quando isso acontece é uma coisa fantástica.

A Norte II ...

Queridos amigos,
Foram duas noites inesquecíveis...
em breve partilharei mais pormenores com o registo fotográfico destes concertos!
Aqui vos deixo o cartaz oficial dos dois concertos de Homenagem ao nosso querido «Fontinhos», organizados pela Câmara Municipal do Porto, que lhe irá conceder em breve uma distinção da cidade!
Beijinhos!
Até amanhã!

quarta-feira, maio 28, 2008

A Norte...



Queridos Amigos,
nos próximos dias 29 e 30 de Maio, rumamos a Norte, na nossa viagem «À Flor da Pele», num contexto muito especial: em primeiro lugar, os concertos nos Auditórios do ISEP, dia 29, e de Aldoar, dia 30, sempre pelas 21,30, inserem-se na iniciativa da Câmara Municipal do Porto- «Porto, bairro a bairro», e em segundo, faremos um tributo muito especial ao nosso querido mestre José Fontes Rocha, que também nos irá brindar com a sua constante criatividade e brilhantismo, na sua cidade natal (que também o irá homenagear...)!
As entradas são gratuitas!!
Até Quinta e Sexta!
Beijinhos!

José Fontes Rocha, Lisboa, 2008 (fotografia de Célia Leiria).

INFORMAÇÕES ADICIONAIS AOS CONCERTOS:

Guitarra Portuguesa: Pedro Amendoeira

Viola de Fado: Pedro Pinhal

Contrabaixo e baixo acústico: Ricardo Cruz

Convidado Especial: José Fontes Rocha (Guitarra Portuguesa)



quinta-feira, maio 22, 2008

No dia 17 de Maio, a pioneira TV TEJO, a primeira Televisão Online do Ribatejo, foi ter connosco ao Centro Cultural do Cartaxo, onde conversámos com o jornalista Jorge Guedes um pouco sobre o passado, o presente e o futuro do nosso caminho!

Já se encontra disponível na secção VIDEOS EM DESTAQUE!

Aqui vos deixo a ligação para visualizar esta entrevista!

www.tvtejo.com

Beijinhos!