sábado, abril 05, 2008

Ciao Vò di Brendola e Olgiate Comasco!!

Ensaio de som no teatro da Salla della Comunittá, Vò di Brendola

O Sr.Carlo, Presidente da Salla della Comunittá, impulsionador do festival «Vò on the Folks» de Vò di Brendola

Ensaio de som no Auditorium Medioevo, em Olgiate Comasco


Uma grande festa na despedida: Pedro Pinhal, Ricardo Cruz e Ricardo Parreira



Eu, o Pedro Pinhal, a Maria João Castanheira e o Ricardo Parreira no final do concerto em Olgiate Comasco

Ainda a aguardar a chegada de algumas fotografias dos concertos aqui vos deixo alguns momentos vividos no último fim-de-semana em Itália!
Fomos muito bem recebidos, não só pelos públicos cheios de calor no coração, assim como pelas organizações dos festivais, pessoas fantásticas!
Ficamos com saudades!!
Obrigada a todos!!
Até breve!




segunda-feira, março 31, 2008

Vídeo do TOP +

Queridos amigos,

aqui vos deixo o vídeo do programa deste último Sábado, no TOP + , da RTP1, no qual tocámos ao vivo «Lisboa Amor e Saudade»!!

Muito Obrigada pelo vídeo, querido amigo Javier!!

Beijinhos!!

Joana.

sábado, março 29, 2008

À Flor da Pele no ciclo musical "Vò in the Folks", em Vò di Brendola! Buona Sera!!!!!!!




Queridos amigos,
apesar de não ter conseguido escrever a tempo, esta tarde no programa TOP +, da RTP 1, passou a nossa participação ao vivo, no palco do programa, com o tema "Lisboa Amor e Saudade"!
Comigo estiveram o Pedro Amendoeira, na guitarra portuguesa,o Pedro Pinhal, na viola de fado e o Ricardo Cruz no contrabaixo.
Esta noite teremos o nosso primeiro concerto desta viagem a Itália, no ciclo de música "Vò in the Folks", na Salla della Comunittá, em Vò di Brendola, uma vila muito simpática, muitíssimo dinâmica, com pessoas extremamente acolhedoras!! Estou ansiosa que chegue a hora de cantar...
Desta vez, partilharei o palco com o Ricardo Parreira, na guitarra portuguesa, o Pedro Pinhal, na viola de Fado e o Ricardo Cruz, no baixo acústico...
Beijinhos e até logo...
p.s. no final do dia partilharei convosco esta nossa experiência!


terça-feira, março 18, 2008

Obrigada...Guimarães!

No último Sábado, voltámos ao Norte do país, para mais um concerto da digressão nacional «À Flor da Pele»!
Fomos recebidos no Centro Cultural de Vila Flor por um público muito carinhoso!
Muito obrigada pela vossa presença!
Até sempre!!
Joana.












No final do concerto, nos bastidores, eu e o Pedro Pinhal e as nossas queridas amigas Rita e Marta, que também quiseram estar connosco neste dia! Obrigada!


Fotografias de Célia Leiria.

SEXTA À NOITE II

Queridos Amigos aqui vos deixo algumas imagens e o vídeo do programa «Sexta à Noite»!





quarta-feira, março 12, 2008

2ª Viagem: A Caminho de Vila Flor!


Queridos Amigos,
no próximo dia 15 de Março (Sábado) irei cantar pela primeira vez em Guimarães, num dos espaços culturais mais bonitos do país, o Centro Cultural Vila Flor, no centro histórico da cidade!
Depois de Setúbal, seguimos a nossa Tour Nacional «À Flor da Pele», com a enorme felicidade de encontrar um novo público, transmitindo toda a nossa alma, toda a verdade que sentimos e queremos dar!
Estou ansiosa...
Até Sábado!

Grande Auditório
Curiosidade:
PALÁCIO DE VILA FLOR

O Palácio Vila Flor, edifício do século XVIII, mandado construir pelo fidalgo vimaranense Tadeu Luís António Lopes de Carvalho de Fonseca e Camões, passou posteriormente por compra para a família dos Condes de Arrochela, que nele receberam D. Maria II, na visita que determinou a elevação a cidade da então vila de Guimarães.
Novamente vendido, nele se realizou, em 1884, a I Exposição Industrial e Comercial de Guimarães. Mais tarde passa para a posse da família Jordão, que completou a obra iniciada por Tadeu Luís, com excepção da sequência de estátuas dos Reis de Portugal existente nas fachadas norte e oeste do Palácio.Adquirido pela Câmara Municipal de Guimarães em 1976, já então com o interior desfeito, ali se instalou o Pólo de Guimarães da Universidade do Minho e, na área originalmente ocupada pela horta-pomar, o Horto Municipal.
Abandonado durante anos, o Palácio sofreu, desde a sua aquisição pela Autarquia, inúmeras intervenções visando fundamentalmente dividir o seu interior para aí instalar, inicialmente, a Universidade do Minho, e depois uma Academia de Música, uma oficina de teatro, um organismo universitário, salas para formação profissional. Nenhuma destas intervenções visou a reabilitação e o restauro do Palácio como um todo, pelo que o seu interior se encontrava degradado e, sobretudo, com a sua identidade desvirtuada por tantas alterações transitórias e desconexas. A passagem do tempo e as intempéries deixaram marcas no exterior que reclamava requalificação.
Dos espaços constantes da Quinta Vila Flor, mantiveram-se intactos os jardins de buxo, que se desdobram em socalcos fronteiros à fachada norte do palácio, considerados dos melhores da região.
É neste Palácio dos idos de mil e setecentos, a que as Memórias Paroquiais de 1750 se referem como sendo de “admirável em sua arquitectura e na grandeza e fábrica do jardim”..., hoje remoçado e equipado, que se instala o Centro Cultural Vila Flor.
Este grandioso projecto, que Guimarães exige e merece e a que a Câmara se lançou com determinação e arrojo, cumpre dois vectores absolutamente presentes na acção municipal. Por um lado recuperar espaços e edifícios de interesse patrimonial, imprimindo-lhes novas funcionalidades e disponibilizando-os à fruição pública. Por outro lado criar condições que garantam aos cidadãos o acesso às artes e à cultura num equipamento e em condições de excelência.
Equipado com dois auditórios, salas de reuniões, área expositiva, restaurante, café-concerto, parque de estacionamento e magníficos jardins, agora abertos à fruição pública, o Centro Cultural Vila Flor permite reforçar e alargar o projecto cultural iniciado em Guimarães há quinze anos, que o tempo e as vontades fizeram crescer e solidificar.
Porque o investimento na cultura constitui uma aposta clarividente no progresso social e no bem individual e colectivo, o Centro Cultural Vila Flor significa a força da afirmação de Guimarães como cidade de Cultura.

in CORREIO DA MANHÃ

Joana Amendoeira vai, no sábado, cantar temas do seu novo disco


Guimarães: Fado volta ao berço da nação
Joana no Vila Flor
Volta a fazer-se silêncio no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães. A alma e a voz é de Joana Amendoeira, uma das mais talentosas fadistas dos últimos dez anos.
O espectáculo está marcado para o próximo sábado à noite (22h00) e o essencial deve passar pelo seu último disco ‘À Flor da Pele’. No entanto, a cantora promete percorrer também alguns dos temas mais emblemáticos da sua carreira. Ao seu lado estarão os seus músicos de sempre: Pedro Amendoeira, na guitarra portuguesa, Pedro Pinhal, na viola de fado, e Paulo Paz, na viola baixo.Na sua voz, o fado ganha novo fulgor, nova atitude, sem se desviar da tradição. Nascida em Santarém a 30 de Setembro de 1982, desde muito nova iniciou a sua viagem no mundo do fado. Aos 26 anos, a jovem que já foi promessa é agora certeza no panorama da música nacional e internacional.
Secundino Cunha


SEXTA À NOITE


No dia 14 de Março (na véspera do concerto de Guimarães) irei estar presente no novo programa de Sexta-Feira à noite, da RTP1, apresentado por José Carlos Malato, e com quem terei o enorme prazer de conversar um pouco sobre a Tour nacional «À Flor da Pele» que estamos a promover!
Comigo estarão o Pedro Amendoeira (Guitarra Portuguesa), o Marco Oliveira (Viola de Fado) e o Daniel Pinto (Baixo Acústico) e, em directo e ao vivo, iremos apresentar um dos temas do «À Flor da Pele».
Beijinhos e até Sexta!

sábado, março 08, 2008

«Super Mulheres», hoje, na SIC!

SuperMulheres
Um grande espectáculo de televisão marca o regresso de Bárbara Guimarães e Ana Marques

A SIC associa-se ao Dia Internacional da Mulher, num grande espectáculo de televisão que marca o regresso de Bárbara Guimarães e Ana Marques ao pequeno ecran.

Susana Félix, Luís Represas, Simone de Oliveira, Rita Guerra, João Portugal, Filipa Azevedo (Família Superstar), Hands on Approach, Joana Amendoeira, Nancy Vieira, Vânia e CC, Viviane, Gil do Carmo, entre outros, estarão encarregues da música durante esta tarde.

Barbara Guimarães e Ana Marques receberão ainda inúmeras convidadas mulheres, entre as quais as apresentadoras do Fama Show, Soraia Chaves, Ana Zanatti, Custódia Gallego, Ajuda de Mãe, Ajuda de Berço, Mulheres de Garra (Sónia Matias – Cavaleira; Elisabete Jacinto - Piloto TT; Paula Monteiro – Comissária PSP; Dinah Azevedo - Major Piloto Aviador); Joana Amaral Dias, Ana Gomes, Teresa Caeiro.

A não perder, na SIC, a seguir a “Episódio Especial”.

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

Ecos de Oviedo...

SONRISA. Joana Amendoeira desplegó su vitalidad sobre el escenario. /MARIO ROJAS

Portugal en el alma


Joana Amendoeira logra con su fado tranquilo llenar el Teatro Filarmónica de Oviedo Su concierto demuestra el arraigo que está ganando en la región un género lleno de vitalidad


Oviedo era Lisboa, y el teatro un balcón para mirar al mar y llenarlo de recuerdos. De humo. De manos entrelazadas. En el centro de todo, luciendo como una vela, cantaba Joana Amendoeria para enseñar que lo suyo no es cantar, es una manera de usar la música para viajar a otras latitudes y emociones.Lo advirtió nada más empezar el recital.
Para que nadie se llevara a engaño, la joven Amendoeria avisó en impecable 'portuñol' que en los siguientes minutos tendría el placer de ofrecer «el alma, el canto a la vida que es el fado. Espero que puedan sentir la magia que estas palabras tienen».
Enfrente, las 700 butacas del Teatro Filarmónica aguardaban esta segunda sesión del ciclo fadista que han organizado Universidad de Oviedo y la Sociedad Ovetense de Festejos, y para la que reclutaron a esta portuguesa, cuya voz empezó a despuntar en su país cuando solo sumaba 12 años.
Ayer Joana Amendoeira subió al escenario asturiano convertida, a sus 25 años, en 'la princesa del fado', cargo que demostró cantando como se acaricia. Con dulzura. Ya sea para hablar de amores perdidos, de ciudades en las que merece la pena nacer, de vivir «en un canto escondido». Esta colección de momentos aterrizó en Oviedo tras deslumbrar en plazas como Brasil, Francia, Estados Unidos o Rusia, un lujo que el público apreció colmándola de aplausos tras cada acto. Como un guía
Como en el flamenco, las guitarras que acompañaron a la solista lusa, fueron tejiendo a cada paso una melodía con la que empujar al cantante para ahogarlo más y más en su sentimiento. A eso jugaba con su hermano, Pedro, a la guitarra portuguesa, Paulo Paz en el bajo acústico, y Pedro Pinhal en la guitarra clásica.
Hay dos formas de cantar fados en un lugar como Asturias: aislándose en ese arte extraño o invitando a los tímpanos poco acostumbrados a participar del canto. Amendoeira optó por esta vía y, antes y después de cada tema, fue desgranando las claves de cada canción como un guía turístico enseña las detalles de una tierra que, resulta cada vez menos lejana gracias a gestos como ese o como invitar, en el mismo concierto, a una de las pocas voces masculinas que defienden el fado, Helder Moutinho.
Con la presencia de ambos sobre las tablas, el Filarmónica se ganó todo el derecho a reclamar, por unos instantes, ser la capital mundial del fado.


in Cultura, La Voz de Avilles (El Comercio), 24 de Fevereiro de 2008













Hay público

*****




MIGUEL Á. FERNÁNDEZ




No sé qué produce más satisfacción. Si un concierto de fados de tanta belleza y calidad o ver todos los asientos del teatro llenos. Ambas cosas se me antojan armas arrojadizas contra aquellos que aquí niegan el pan y la sal, año tras año, a quienes creen en las músicas y culturas de este tenor y han visto extinguirse excelentes ciclos a lo largo de los años. Los esforzados apostolados, como el de dar a conocer el fado, van dando sus frutos, diremos maliciosamente para resumir. Concierto de fados o, más bien, noite de fados que nos mostró a los ovetenses el buen hacer y la luminosidad del fado de Joana Amendoeira. Una joven que madura su arte y su clase a través de una sonrisa fresca y un conocimiento cada vez más sustantivo de la música. A pesar de su jovialidad y espontaneidad, se hace visible su creciente dominio de una tradición que ella atesora y devuelve en forma de bellas canciones al espectador. Comenzó el repertorio con un fado-tango, «Alta noite», pasando luego al fado rigoroso de José Luis Peixoto, «Amo o teu nome». Cantó algunos fados-marchinha de entre los de su nuevo disco, «A flor da pêle»; y el clásico «Trago fado nos sentidos», para el cual ya usó su chal -simbología fadista de primer orden de interiorización y recogimiento- antes de dar paso a la voz de Hélder Moutinho, en un precioso cambio de aire que subrayó las diferentes maneras de ser fadista. Moutinho profundiza en el fado, lo vuelve grave, solemne, equidistando lo callejero de lo elegante. Esencia de fado-hombre que en el escenario del teatro ovetense cuajó aún mejor por ese contraluz mágico. Además también acertó con la elección de sus músicas. El mágico fado «Loucura», un fado bailado y un fado correeiro. Genial, conciso y grande. Grandes también los músicos, que en el último discurrir de la velada tuvieron ocasión de lucirse con deslumbrantes solos. Pedro Amendoeira en la guitarra portuguesa, Paulo Paz en el bajo acústico y Pedro Pinhal en la guitarra.


Tal vez para mantener viva la polémica que hierve en los mentideros fadistas de Lisboa -homenajeada con esmero toda la noche-, Joana Amendoeira cantó el fado versículo de Alfredo Marceneiro. El caso es que lo interpretó magníficamente, como un precioso fado-canção antes del final, y con una vibrante versión del «Lágrima» de Amália y un fado que ya es piedra de toque en sus directos, el pizpireto y romántico «O meu é teu». Excelente noche y excelente noticia de que hay público para noches así.

in Notícias TV y Espectáculos, La Nueva España, 25 de Fevereiro de 2008

http://www.lne.es/secciones/noticia.jsp?pRef=1922_49_610691__TV-y-Espectaculos-publico